Cicloviagem LatAm | Trecho #5: Porto Alegre, RS/BR – Salto, SA/UY

*Artículo traducido en español

Fiquei 8 dias em Porto Alegre, onde conheci o amigo Marcelo que me ajudou a preparar a bicicleta para seguir o trecho. Trabalhei em viamão e seguí descansando um pouco para o novo trecho da viagem.

Escolhi quebrar para os pampas de forma a fugir do vento minuano, que essa época sopra forte na costa brasileira e uruguaia. Foi um caminho de grandes descobertas. Para esse trecho é necessário estar bem abastecido de comida e auto-suficiente (barraca, fogão e reparos para bici), visto que a distância entre um ponto de apoio e outro são bem grandes.

Quedé ocho días en Porto Alegre, dónde conocí el amigo Marcelo que me ayudó a preparar la bicicleta para seguir adelante en el trecho. Trabajé en Viamão y seguí descansando un poco para el nuevo trecho del viaje.

Escogí dar la vuelta para los pampas de forma a huir del viento minuano, que en esa época sopla fuerte en la costa brasileña y uruguaya. Fue un camino de grandes descubrimientos. Para ese trecho es necesario estar bien abastecido de comida y autosuficiente (tienda, fogón y reparos para la bici), en vista que las distancias entre un punto de apoyo y otro son bien grandes.

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De porto Alegre, RS/BR pedalei pela BR116 e depois BR290 até Arroio dos Ratos, onde acampei em um posto de gasolina. No dia seguinte pedalei para Pantano Grande, e quando cheguei lá decidi tomar um ônibus (R$30) para Caçapava do sul, visto que são 120km de estrada na BR290 com pouquíssimo apoio para água e acampamento.

Cheguei umas 23h30 do dia 2 de maio em Caçapava do Sul, uma cidade (agora) universitária do Rio Grande do Sul. Lá fiquei abrigado na casa de um amigo de colégio, o Icaro Macedo. Foi muito legal partilhar momentos com o pessoal da república das Raposinhas, e pude aprender bastante também sobre geologia, ventos e clima das regiões que estava por passar. Montei minha rota pelos pampas uruguaios com mais firmeza e confiança.

Do centro de Caçapava, pedalei pela estrada RS-357 até um atalho de 15km para a BR153. Passando a ponte do Rio Camacuã, pude observar na esquerda uma linda formação rochosa. Na altura do km550 da BR153, tem-se uma entrada a esquerda, são 10km – em estrada de chão – e pode-se chegar perto dessa formação rochosa, chamada de Casa de Pedra.

Fiquei impressionado com a beleza do lugar. Acampei dentro do Galpão de Pedra depois de 77kms pedalados desde a casa de Ícaro. No dia seguinte pude ver com detalhe esse lindo pátio de pedras. Muitas formações se parecem com animais e pessoas.

De Porto Alegre, RS/BR pedaleé por la BR-116 y después BR-290 hasta Arroio dos Ratos, dónde acampé en una estación de servicio. En el día siguiente pedaleé para Pântano Grande y cuando allá llegué decidí tomar un ómnibus (R$ 30) para Caçapava do Sul, en vista que son 120 km de camino en la BR-290 con poquísimo apoyo para agua y campamento.

Llegué a las 23h30 del día 2 de Mayo en Caçapava do Sul, una ciudad (ahora) universitaria de Rio Grande do Sul. Allá me quedé abrigado en la casa de un amigo de colegio, el Ícaro Macedo. Fue muy bueno dividir momentos con las personas de la república de las Raposinhas y también pude aprender bastante sobre geología, vientos y clima de las regiones que estaba por pasar. Monté mi ruta por los pampas uruguayos con más firmeza y confianza.

Del centro de Caçapava pedaleé por la estrada RS-357 hasta un atajo de 15 km para la BR-153. Pasando el puente del rio Camacuã, pude observar a la izquierda una linda formación rocosa. En la altura del km 550 de la BR-153 hay una entrada a la izquierda. Son 10 km – en estrada de tierra – y se puede llegar cerca de esta formación rocosa llamada Casa de Piedra.

Quedé impresionado con la belleza del lugar. Acampé dentro del galpón de piedra después de 77 km pedaleados desde la casa de Ícaro. En el día siguiente pude ver con detalle ese lindo patio de piedras. Muchas formaciones se parecen con animales y personas.

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Sair da Casa de Pedra de volta à BR 153 foi mais difícil do que entrar. os 10km de estrada em péssimo estado são praticamente só subidas. Eu, minha bicicleta e seus 40kg de bagagem sofreram para voltar ao asfalto.

Voltei ao trecho asfaltado e pedalei somente mais 15km até o Posto 50, que na verdade é um posto abandonado onde funciona a borracharia do senhor José. Como esse é um dos únicos pontos de apoio na BR153, fiquei por lá, onde pude acampar dentro de uma casa abandonada, à convite de José.

No dia seguinte pedalei 65km até a cidade de Bagé, onde o Sr. Rafael e sua família estavam me esperando. Lá pude descansar por dois dias, e também fui à bicicletaria Ciclo Regert, que me deu um grande apoio, fornecendo-me calça de ciclismo e luvas para enfrentar o frio da campanha uruguaia.

Bagé foi minha despedida do Brasil. Todas as pessoas que encontrei nesse caminho me deram muita atenção e amor. fiz o trajeto de mais ou menos 60km entre Bagé/BR e Isidoro Noblía/UY com um grande sorriso no rosto.

Salir de la Casa de Piedra de vuelta a la BR-153 fue más difícil que entrar. Los 10 km de estrada en pésimo estado son prácticamente sola subidas. Yo, mi bicicleta y sus 40 kg de bagaje sufrieron para volver al asfalto.

Volví al trecho asfaltado y pedaleé solamente más 15 km hasta el Puesto 50, que en la verdad es un puesto abandonado dónde funciona la oficina de arreglos del señor José. Como ese es uno de los únicos puntos de apoyo en la BR-153, quedé por allí, donde pude campar dentro de una casa abandonada, invitado por José.

En el día siguiente pedaleé 65 km hasta la ciudad de Bagé, donde el señor Rafael y su familia estaban me esperando. Allá pude descansar por dos días, y también fui a la bicicletería Ciclo Regert, que me dio un gran apoyo, concediéndome pantalones de ciclismo y guantes para enfrentar el frio de la campaña uruguaya.

Bagé fue mi despedida del Brasil. Todas las personas que encontré en este camino me dieron mucha atención y amor. Hice el trayecto de más o menos 60 km entre Bagé/BR y Isidoro Noblía/UY con una grande sonrisa en el rostro.

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A primeira cidade que parei no Uruguai foi em Isidoro Noblía, um pequeno pueblito do departamento de Cerro Largo. Lá fiquei abrigado na casa do Sr. Nelito e Celia, e me senti como um neto na casa dos avós. Fui recebido com muito amor, churrasco e dulce de menbrillo (uma espécie de goiabada).

Para completar, esses dois senhores são grandes viajantes, e todo ano saem em uma Toyota Bandeirante ano 1975 para conhecer novas paisagens de nosso continente latino americano. Equador, Amazonia e deserto do Atacama foram alguns lugares por onde passaram com essa caminhonete, que se transforma em sua casa durante um mês no ano. Pude estudar com Nelito os meus caminhos e pontos de apoio. Estava decidido: atravessaria 486KM no Uruguai pelas Rutas 8, 26 e 31.

Atravessar o noroeste uruguaio foi mais difícil do que imaginava. O terreno é de muitas subidas e baixadas, que são bem tranquilas de pedalar, mas não permitem que se imprima uma grande velocidade no trecho. Pra completar, o frio da noite e a altíssima umidade dão o toque final na dificuldade.

De Isidoro Noblía peguei a Ruta 8 e pedalei por 46km até a cidade de Melo, capital do departamento de Cerro Largo. Foi um pedal um pouco cansativo, visto que o vento contra era bem forte. Acampei sem ducha no parque Rivera, onde passei muito frio durante a noite e pude sentir um pouco do que estava por vir.

De Melo seguí pela Ruta 26, onde pedalei por quatro dias. O primeiro trecho (Melo – pblo. Ramón Trigo) foi bem ruim. Pedalei somente uns 36km lutando contra o forte e gelado vento contra. Contraí uma gripe e fiquei bem cansado.

À partir de Ramón Trigo, o vento se virou ao meu favor, como meus estudos em Caçapava do Sul indicavam. Pude seguir mais tranquílo pedalando pelo Uruguai. Foram mais uns 50km até o pblo. de Las Toscas, onde acampei em um posto de gasolina (ANCAP).

Acordei do acampamento com tudo molhado, e a gripe pior, tudo devido ao forte frio de 4 graus célcius e muita serração. Segui pedalando 66km até o pblo. de Ansina, onde recebi um grande apoio da prefeitura, que me forneceu uma casa com lenha e tudo para acampar. Pude recuperar-me do resfriado e secar meus equipamentos no fogo.

De Ansina foram cerca de 58km até a cidade de Tacuarembó, capital do departamento homônimo. Lá fiquei na casa de Ernesto, um contato que conhecí através da plataforma CouchSurfing. Na cidade pude recuperar-me pra valer da gripe, além de conhecer mais um pouco os costumes do povo uruguaio.

La primera ciudad que paré en Uruguay fue Isidoro Noblía, un pequeño pueblito del departamento de Cerro Largo. Allá quedé abrigado en la casa del señor Nelito y Celia y me sentí como un nieto en la casa de los abuelos. Fui recibido con mucho amor, churrasco y dulce de menbrillo (una especie de goiabada).

Para completar, eses dos señores son grandes viajantes, y todos los años salen en una Toyota Banderante año 1975 para conocer nuevos paisajes de nuestro continente latino americano. Ecuador, Amazonia y desierto de Atacama fueron algunos de los lugares donde pasaron con esa camioneta, la cual se transforma en su casa durante un mes en el año. Pude estudiar con Nelito mis rutas y puntos principales de apoyo. Estaba decidido: atravesaría 186 km en Uruguay por las rutas 8, 25 y 31.

Atravesar el noroeste uruguayo fue más difícil que yo imaginaba. El terreno es de muchas subidas y bajadas, que son bien tranquilas para pedalear, pero no permiten que se use una grande velocidad en el trecho. Para completar, el frio de la noche y la alta humedad dan el toque final en la dificultad.

De Isidoro Noblía tomé la ruta 8 y pedaleé por 46 km hasta la ciudad de Melo, capital del departamento de Cerro Largo. Fue un pedalear un poco fatigoso, en vista que el viento contra era muy fuerte. Acampé sin ducha en el parque Rivera, donde pasé mucho frio durante la noche y pude sentir un poco de lo que estaba por venir.

De Melo seguí por la Ruta 26, donde pedaleé por cuatro días. El primero trecho (Melo – Pueblo Ramón Trigo) fue muy malo. Pedaleé solamente unos 36 km luchando contra el fuerte y helado viento contrario. Me quedé muy cansado y con gripe.

A partir de Ramón Trigo, el viento cambió a mi favor, como mis estudios en Caçapava do Sul indicaban. Pude seguir más tranquilo pedaleando por Uruguay. Fueron más unos 50 km hasta el pueblo de Las Toscas, donde acampé en una estación de servicio (ANCAP).

Desperté del campamento con todo mojado y la gripe peor, todo debido al frio fuerte de 4 grados célcius y mucha cerrazón. Seguí pedaleando 66 km hasta el pueblo de Ansina, donde recibí un gran apoyo de la municipalidad, que me concedieron una casa con leña y todo para campear. Pude recuperarme del resfriado y secar mis equipamientos en el fuego.

De Ansina fueron cerca de 58 km hasta la ciudad de Tacuarembó, capital del departamento homónimo. Allá me quedé en la casa de Ernesto, un contacto que conocí a través de la plataforma CouchSurfing. En la ciudad pude recuperarme de vez de la gripe, además de conocer un poco más las costumbres del pueblo uruguayo.

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Na cidade de Tacuarémbó também recebi um grande apoio da bicicletaria Milano. A catraca da minha bicicleta já estava quebrada desde Arroio dos Ratos, RS/BR, mas dava pra levar. No Uruguai o problema começou a ficar bem sério, e no trecho de Ansina à Tacuarembó eu já estava quase ficando impossibilitado de pedalar. O sr. Pablo Sanchez trocou a peça pra mim, e também fez ótimas adaptações na minha bicicleta. Ganhei também um ótimo espelho retrovisor.

Depois foi hora de seguir 230km pela Ruta 31 até a cidade fronteiriça de Salto, SA/UY. Apesar dos motoristas todos falarem que era uma estrada péssima, cheia de curvas, subidas e buracos, foi o pedaço da viagem que mais gostei. Já recuperado da gripe, peguei um ótimo vento a favor e a paisagem diferente encheu meus olhos de alegria.

En la ciudad de Tacuarembó también recibí un gran apoyo de la bicicletería Milano. Los platos de mi bicicleta ja estaba quebrada desde Arroio dos Ratos, RS/BR, pero podría llevar. En Uruguay el problema se quedó más serio y en el trecho de Ansina para Tacuarembó yo ja estaba casi imposibilitado de pedalear.

El señor Pablo Sanchez cambió una pieza para mi y también hizo muy buenas adaptaciones en mi bicicleta. Gané también un óptimo espejo retrovisor.

Después fue hora de seguir 230 km por la Ruta 31 hasta la ciudad fronteriza de Salto, SA/UY. A pesar de los conductores dijeren que era una estrada pésima, llena de curvas, subidas y agujeros, fue el pedazo del viaje que más me gustó. Ja recuperado de la gripe, tomé un viento óptimo a favor y el paisaje diferente llenó mis ojos de alegría.

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Foram quatro dias bem gostosos de pedal. No primeiro dia pedalei pouco, e acampei na beira de um rio no km186, onde pude me recuperar espiritualmente e ganhar forças pros próximos dias. Seguí pedalando até o km145 onde acampei em frente à uma comissaria de polícia. No dia seguinte pedalei até o km75, onde acampei próximo ao pblo. de Valentin, em um destacamento do MTOP (uma empresa pública que presta serviços de reparo nas rodovias do UY). No meu último dia em campanha uruguaia, pedalei 83km até Termas del Dayman, Salto, UY.

Todo o trecho na campanha foi bem solitário. Poucos pontos de apoio e pouca gente, mas é bem tranquílo de pegar água a cada 20 ou 30 km. Somente uma vez peguei água de rio, e por precaução usei cloro pra me certificar que não tomaria água envenenada.

É bom de se notar que nessa época do ano (segunda semana de maio) é de muita umidade e frio. Lavar roupas nem pensar, então o que fiz no último trecho foi passar os quatro dias sem banho. Quando chegava no ponto de acampamento, colocava roupas quentes por cima da roupa de ciclismo e me deitava na barraca. Isso ajudou-meu a manter o corpo aquecido, e nao passar frio nas madrugadas.

Fueron cuatro días muy placenteros de pedalear. En el primer día pedaleé poco y acampé en la orilla de un río en el km 186, donde pude recuperarme espiritualmente y ganar fuerzas para los próximos días. Seguí pedaleando hasta el km 145 donde acampé en frente a la comisaría de policía. En el día siguiente pedaleé hasta el km 75, donde acampé próximo al pueblo de Valentín, en un destacamento del MTOP (una empresa pública que presta servicios de arreglo en las carreteras de Uruguay). En mi último día en la campaña uruguaya, pedaleé 83 km hasta las Termas del Dayman, Salto, UY.

Todo el trecho en la campaña fue muy solitario. Pocos puntos de apoyo y poca gente, pero es bien tranquilo para tomar agua a cada 20 o 30 km. Solamente una vez tomé agua de rio y por precaución usé cloro para certificarme que no tomaría agua envenenada.

Es bueno notar que en esta época del año (segunda semana de mayo) es muy húmedo y frio. Lavar ropas no es posible, entonces lo que hice en el último trecho fue pasar cuatro días sin ducharme. Cuando llegaba un punto de campamento, colocaba las ropas calientes arriba de la ropa de ciclismo y acostaba en mi tienda. Eso me ayudó a mantener mi cuerpo caliente y no pasar frio en las madrugadas.

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Esse passeio pelo noroeste uruguaio me deu gana para seguir pedalando. Pude comprovar que gosto mesmo do ciclismo de estrada, e que mesmo com pouca estrutura e apoio, pode-se seguir a viagem por lugares vazios, e ainda se divertir muito!

Aqui em Salto, UY tudo é bem diferente da campanha uruguaia. Os campos são bem vazios e a população bem acolhedora e tradicional gaúcha. Aqui na cidade tudo é bem turístico e moderno. Estou abrigado na casa de Gimena Ruiz, e estou vivendo um pouco da cidade grande. Salto é a segunda maior cidade do Uruguai, perdendo somente para Montevideo.

Farei minha entrada na Argentina por Concordia/AR, onde pedalo sentido Cordoba rumo as cordilheiras. Muito obrigado a todos por me acompanhar, e fiquem ligados pois o trecho seeegue!

Este paseo por el noroeste uruguayo me dio ganas de seguir pedaleando. Pude comprobar que me gusta mucho el ciclismo de estrada y que mismo con poca estructura y apoyo, es posible seguir el viaje por lugares vacíos y aún divertirse mucho!

Acá en Salto, UY todo es bien diferente de la campaña uruguaya. Los campos son muy vacíos y la población bien acogedora y tradicional gaucha. Acá en la ciudad todo es bien turístico y moderno. Estoy abrigado en la casa de Gimena Ruiz y viviendo un poco de la ciudad grande. Salto es la segunda mayor ciudad de Uruguay, perdiendo solamente para Montevidéo.

Haré mi entrada en Argentina por Concordia/AR, donde voy pedalear sentido Córdoba rumbo a las cordilleras. Muchas gracias a todos por acompañarme y continúen leyéndome, porque el trecho sigue!

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Sobre Luís Cunha

Cidadão do mundo, formado em design e atualmente freelancer na área da ilustração e do design gráfico. Fale comigo -> luisbcunha@gmail.com portifólio -> behance.net/luiscunha
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Uma resposta para Cicloviagem LatAm | Trecho #5: Porto Alegre, RS/BR – Salto, SA/UY

  1. Marcelo disse:

    Muito legal seu relato Luís, estamos torcendo por você e com saudades, um dia faremos nossa viagem longa juntos, abraço!

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